O Trabalho está com a CDU

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Sessão Pública «Trabalhadores apoiam a CDU»
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Mil setecentos e cinquenta e um dirigentes e delegados sindicais e representantes para a saúde, segurança e higiene no trabalho expressaram o seu apoio à candidatura da CDU ao Parlamento Europeu (PE). Isso mesmo foi sublinhado numa sessão ao final da tarde de hoje, na qual estiveram dezenas daqueles que manifestaram o seu vínculo para com o PCP-PEV no próximo dia 26 de Maio, e na qual foram entregues a João Ferreira os postais que o atestam.

A iniciativa dirigida por Francisco Lopes representou «uma reafirmação de apoio de representantes dos trabalhadores, natural, necessária, indispensável à força que em todas as circunstâncias defende os interesses de classe daqueles», disse o membro dos organismos executivos do Comité Central.

Na mesa, de resto, estavam os candidatos e dirigentes sindicais Rui Higino, Zoraima Prado, Tiago Aldeias e Isabel Camarinha, bem como os membros da Comissão Executiva da CGTP-IN Libério Domingues, Graciete Cruz, Deolinda Machado e Arménio Carlos.

O Secretário-Geral da Intersindical Nacional, depois de Isabel Camarinha usar da palavra, deixou bem vincado que «o tempo que vivemos exige escolhas transparentes e objectivas. É preciso falar claro e fazer oposições. No passado, com a luta tornámos possível o que parecia impossível. No presente, as convicções que nos acompanham e a confiança que nos estimula, vamos transformar a luta em voto para que lá como cá se defendam os interesses dos trabalhadores e do povo».

Arménio Carlos também criticou fortemente o PS pelas suas opções políticas, dando, entre outros exemplos, a alteração para ainda pior da legislação laboral.

Ao assunto referiu-se também, no encerramento, Jerónimo de Sousa, que lembrando o conjunto de iniciativas apresentadas pelo PCP, na Assembleia da República, «visando a revogação das normas gravosas da legislação laboral, do Código do Trabalho e da legislação laboral da Administração Pública», criticou a convergência de PS, PSD e CDS para as chumbarem, considerando, aliás, que esta é «uma convergência que atesta os fortes laços de classe que unem PS, PSD e CDS quando se trata de optar pelos interesses do capital».

No lado oposto encontra-se a CDU, como notou João Ferreira garantindo que «esta é a lista dos trabalhadores, que assume um firme compromisso de defesa dos seus direitos, dos seus interesses e aspirações».

Prova disso é que «agimos no PE enfrentando linhas de ataque aos trabalhadores e aos seus direitos» e «asseguramos uma ligação regular e intensa aos trabalhadores, aos seus problemas e às suas lutas no nosso país», o que, a juntar ao conjunto de propostas que a candidatura do PCP-PEV comporta para a valorização do trabalho e dos trabalhadores, referenciadas por João Ferreira na sua intervenção, levou-o a concluir que «os trabalhadores têm todas as razões para votar CDU».

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