Enorme alcance ambiental dos novos passes destacado em Odivelas por João Ferreira

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O primeiro candidato na lista da CDU para as eleições de dia 26 destacou a conquista do passe social intermodal, entre as medidas positivas aprovadas desde a alteração da correlação de forças no Parlamento, após as eleições de Outubro de 2015.
Por detrás de cada uma dessas medidas positivas, esteve a CDU e estiveram as forças que compõem a CDU.

Também no que se refere a esta grande mudança no passe social, «persistimos, nunca desistimos, e aí está implementada uma medida essencial», tanto para a mobilidade nas áreas metropolitanas, como para aliviar as gastos mensais das famílias.
João Ferreira valorizou o «enorme alcance social» desta medida e realçou que ela tem também «um enorme alcance ambiental». «Em nenhum país da União Europeia terá sido tomada uma medida com tamanho alcance ambiental, permitindo que deixem de circular milhares de viaturas de transporte individual, dando primazia ao transporte público», insistiu o candidato.

João Ferreira observou ainda que «alguns descobrem a sua vocação ambiental apenas quando há eleições», mas «para a CDU esta é uma preocupação quotidiana, que inspirou a nossa intervenção no País e no Parlamento Europeu, onde fomos a força que mais interpelações fez em torno das questões do ambiente». «Esta é daquelas áreas em que os três deputados da CDU fizeram mais do que os outros 18 deputados portugueses todos juntos», frisou.

Odivelas de fora

Maria da Luz Nogueira, do Executivo da Comissão Concelhia de Odivelas do PCP e vereadora-substituta na Câmara Municipal, que falou sobre a situação no município e a intervenção da CDU, renovou as críticas à «inaceitável atitude do presidente da CM de Odivelas», Hugo Martins, por não ter acautelado a inclusão da Carris no passe intermodal.
Reiterou a oposição «ao projecto de criação da linha circular do Metropolitano, que prejudica a população do nosso concelho», porque esta «deixará de ter acesso directo ao centro da cidade de Lisboa, sendo obrigada a fazer um transbordo no Campo Grande». «Denunciamos uma vez mais a passividade e conivência do presidente da Câmara», mas também são responsabilizados os eleitos do PS na Assembleia Municipal, que votaram contra uma proposta da CDU que recomendava à Câmara só aprovar o plano de reestruturação do Metropolitano se se mantiverem as condições de utilização na Linha Amarela.

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