Desafios lançados ainda aguardam resposta

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Contactos com a População na Maia
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Financiamento mínimo por país nas áreas da Ciência, Cultura e Ambiente, e exclusão do acesso a fundos comunitários daqueles que recorrem a vínculos laborais precários para postos de trabalho permanente. Estes foram os desafios que João Ferreira lançou hoje de manhã durante uma arruada no centro da Maia, distrito do Porto, na qual foi acompanhado pelos também candidatos Mariana Silva, João Pimenta Lopes e Sandra Pereira.

Antes de percorrer a praça central maiata e abordar populares e trabalhadores do comércio local, pedindo-lhes que no próximo domingo dêem «mais força àqueles que defendem os trabalhadores», o cabeça-de-lista da CDU ao Parlamento Europeu insistiu na reclamação de que as demais forças políticas clarifiquem posições.

Poder-se-ia dizer que se exige que aquelas clarifiquem posições sobre qualquer das matérias suscitadas, tantas têm sido as vezes que o primeiro candidato do PCP-PEV tem apelado ao esclarecimento por parte dos adversários, sem, no entanto, que estes tenham ainda replicado substantivamente. Mas não foi disso que se tratou.

João Ferreira foi mais específicos e defendeu que Portugal não pode aceitar o próximo envelope financeiro que a União Europeia atribui com carácter plurianual caso não seja acolhida a proposta de um patamar mínimo por Estado-membro para as áreas da Ciência, Cultura e Ambiente.

Recorde-se que no primeiro caso, a candidatura comunista e ecologista já o havia defendido na terça-feira, 21, num encontro em que recebeu o apoio de 150 docentes universitários, investigadores e bolseiros.

Na Maia, João Ferreira considerou também que o acesso aos fundos europeus deve ser barrado a entidades, públicas ou privadas, que alimentem a precariedade. Isto é, que se socorram de vínculos de trabalho instáveis para ocupar postos de trabalho permanentes.

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