CDU nas ruas da Amora a somar apoios para defender o povo e o País

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João Ferreira percorreu ao final da tarde as ruas da Amora, no concelho do Seixal, em mais uma acção de contacto com as populações que caracteriza a campanha da CDU. Acompanhado de João Oliveira, deputado e dirigente do PCP, dos também candidatos Sandra Pereira, Mariana Silva, Zoraima Prado e João Geraldes e de mais de uma centena de apoiantes, o cabeça de lista da CDU entrou nos estabelecimentos comerciais que encontrou no percurso e conversou com todas as pessoas com quem se cruzou. Nestes contactos, esclareceu dúvidas, prestou esclarecimentos e recebeu inúmeras expressões de apoio.

Na intervenção que proferiu no comício com que encerrou a arruada, João Ferreira apelou a todos os activistas presentes para que façam, no tempo que falta até às eleições, um derradeiro esforço de esclarecimento e convencimento, para que nenhum voto falte na CDU. Até porque, lembrou, quem fizer esta opção não se arrependerá, como quem o fez em anteriores eleições «não se arrependeu, pois viu o seu voto respeitado».

Antes, em declarações à comunicação social, o candidato tinha já criticado o PS pelas opções assumidas no Parlamento Europeu, em tudo semelhantes às de PSD e CDS. Aí, lembrou, o PS defendeu o aumento da idade da reforma, abriu a porta à criação de um mercado europeu de fundos de pensões privados – que conjugado com o plafonamento da Segurança Social, que o PS não quis eliminar, «representa um passo no sentido da privatização do sistema» – e tem propostas que apontam para a generalização da precariedade laboral, sobretudo entre os mais jovens. Estes são os factos; o novo «contrato social» de que fala o primeiro-ministro é apenas uma formulação vaga e genérica.

Estas opções do PS, garantiu ainda João Ferreira, mostram à evidência como os avanços alcançados nos últimos anos devem-se não à vontade do PS (que não incluia sequer no seu programa muitos deles), mas à intervenção do PCP e do PEV e à luta dos trabalhadores e do povo. Daí que no Parlamento Europeu, onde não se encontra constrangido pelas forças que compõem a CDU, o PS esteja sempre do lado do PSD e do CDS. O voto na CDU é, pois, o que conta para avançar.

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