Acção na Autoeuropa em defesa da produção nacional

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Depois das acções no Montijo e Palmela, João Ferreira e Mariana Silva, candidatos da CDU, rumaram para a entrada principal da Autoeuropa. À porta do maior investimento estrangeiro industrial em Portugal e da maior unidade do sector automóvel português, que já representa 1,6 por cento do Produto Interno Bruto português, os candidatos contactaram e apresentaram as propostas da CDU aos muitos milhares de trabalhadores que saíam de mais um turno.

Quando a empresa estima produzir mais 240 mil unidades do que em 2018, o que tem vindo a suceder de ano para ano, exige-se que, não só na empresa alemã, mas em todo o parque industrial, a cada posto de trabalho permanente tem de corresponder um contrato der trabalho efectivo, garantindo o direito ao trabalho com qualidade e segurança. 

«A produção, a criação de riqueza, não é incompatível com a valorização do trabalho e dos trabalhadores, muito pelo contrário», salientou João Ferreira, assinalando que na Autoeuropa, fruto da luta, foi possível «valorizar salários, avançar no plano dos direitos e no combate à precariedade». 

O deputado e candidato ao Parlamento Europeu recordou que uma das propostas que a CDU defende «é a instituição do não retrocesso», ou seja, «não admitir retrocessos de direitos sociais» também na «possibilidade de compatibilizar a vida profissional com a vida familiar». O alastramento do trabalho por turnos e aos fins-de-semana foi, aliás, um dos problemas colocados pelos trabalhadores.

Outra das medidas apresentada por João Ferreira foi a necessidade de «aumentar o grau de incorporação nacional no sector automóvel» garantindo «mais possibilidade de criação de riqueza e de emprego».
 

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