Sessão «As eleições ao Parlamento Europeu»

A sessão pública da CDU na Covilhã encheu a sala da Banda da Covilhã!

A sessão pública da CDU na Covilhã encheu a sala da Banda da Covilhã!

Pegando num apontamento do mandatário distrital, João Ferreira referiu que os alertas que a CDU fez nas eleições de há mais de 20 anos sobre a evolução da situação na União Europeia e o seu impacto no nosso país mostram, infelizmente para o país, que tínhamos razão.


E se em 20 anos o país andou para trás, nos últimos anos teria sido possível ir mais longe nos avanços positivos para o país mas tal não aconteceu porque o PS não quis e juntou-se ao PSD e CDS para impedir estes avanços. Esta convergência estende-se ao Parlamento Europeu onde estes três partidos se juntam no que é fundamental, e desafiou-os a exemplificar cinco temas com impacto importante no país em que tal não tenha acontecido. Também as imposições e constrangimentos da UE a que estes três partidos se submetem obstaculizam o desenvolvimento nacional.


O primeiro candidato da CDU referiu que Portugal não é um país pobre, é um país que foi empobrecido pela política de direita. Para inverter este empobrecimento há que desenvolver o aparelho produtivo, reforçar o investimento público e colocar os recursos do país ao serviço do desenvolvimento nacional.


E, num balanço do dia passado no distrito de Castelo Branco, fundamentalmente em contactos com trabalhadores, voltou a sublinhar que a valorização do trabalho e dos trabalhadores é um aspecto central das propostas da CDU e essencial para o desenvolvimento de Portugal.


Isabel Pires Souto, do PEV, apontou a necessidade de defesa dos valores naturais e da sustentabilidade, sublinhou o que se conseguiu nos últimos 4 anos e as conquistas da iniciativa da CDU como o retomar das obras na linha da Beira Baixa entre a Covilhã e a Guarda, o ordenamento florestal e a preservação da natureza. Concluiu referindo que uma voz ecologista no Parlamento Europeu é possível!


Ana Leitão acentuou a necessidade de reforçar a CDU para avançar também no interior que é inseparável do desenvolvimento, da coesão social e territorial.

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