CDU-Madeira e as eleições autárquicas
Elisa Mendonça
Ago 20, 2009
As listas da CDU para as autarquias da Região Autónoma da Madeira já estão entregues. Foi sem dúvida uma grande tarefa onde todo o Partido esteve mobilizado com um único objectivo: alcançarmos as centenas de candidatos necessários para concorrermos a todas as Câmaras Municipais, Assembleias Municipais e Assembleias de Freguesia.
Pela primeira vez concorremos a todos os órgãos autárquicos da Região que totalizam 54 freguesias e 11 câmaras municipais, ou seja, cerca de 800 candidatos. Um passo muito importante para a afirmação da CDU e o seu consequente e determinado reforço e crescimento.
A tarefa da recolha de candidatos iniciou-se, com os contactos com as populações, que ao longo destes 4 anos desenvolveram lutas concretas nos seus sítios, quer para a conquista da estrada, para o acesso aos transportes públicos, pela habitação, pelo saneamento básico, entre tantas outras lutas em que a CDU sempre esteve presente ao lado das populações e as apoiou.
Muitas destas pessoas aceitaram ser candidatas pela CDU às suas freguesias. Porque acreditam no projecto da CDU de ruptura com as politicas de direita, contam com as vozes dos eleitos da CDU que levam os problemas concretos as reuniões dos órgãos autárquicos e apresentam propostas defendo os interesses das populações.
Claro que era necessário chegar mais longe com os candidatos. Era necessário chegar aos estudantes que lutaram por um passe de estudante mais justo, que vêm o ensino cada vez mais caro e insuportável para os magros rendimentos familiares; aos trabalhadores que em 4 anos sofreram a grande ofensiva desta governação do PS/Sócrates, com a aprovação do Código de Trabalho, e a retirada de inúmeros direitos conquistados com a Revolução de Abril; dos reformados e pensionistas que viram, na Assembleia Legislativa da Madeira, a proposta do PCP para o complemento de reforma de 60 euros ser chumbado pelos deputados do PSD e, na Assembleia da República ser chumbado pelos deputados do PS.
Sabendo de antemão que a tarefa de ter candidatos não ia ser fácil tendo em conta o contexto politico madeirense o qual há mais de 30 anos é dominado pelo PSD, que a generalidade da população vive sob o medo de represálias, porque o aparelho do PSD é enorme e bem estruturado com inúmeros caciques sedentos por denunciar todos aqueles que “ousam” apoiar outro partido.
Mas foi com grande satisfação que quando abordamos inúmeros independentes a convidá-los a serem candidatos pela CDU, disseram SIM, aceitaram o desafio e abraçaram o projecto da CDU, sendo que muitos deles antes votantes PSD mas actualmente estão sufocados pelo Regime Jardinista. Um dado evidente que o PSD esta a perder influência. Um claro dado que a CDU esta a ganhar cada vez mais espaço no contexto politico madeirense.
Não esquecendo também aqueles outros que não aceitaram, não por não apoiarem a CDU, não por não votarem em nós, mas sim com o tal medo de sofrer represálias nas suas vidas profissionais.
No total foram 800 candidatos, sendo 400 independentes, um valioso dado que a CDU irá crescer mais nestas eleições autárquicas, destruindo todas as sondagens, e eleger mais eleitos nos órgãos autárquicos. E que passo a passo, luta a luta, amigo a amigo vamos subindo e o PSD perde força, e milhares de madeirenses estão mais do que nunca a reconhecer o trabalho desenvolvido pela CDU, e querendo fazer parte integrante e activa do projecto da CDU.
Pela primeira vez concorremos a todos os órgãos autárquicos da Região que totalizam 54 freguesias e 11 câmaras municipais, ou seja, cerca de 800 candidatos. Um passo muito importante para a afirmação da CDU e o seu consequente e determinado reforço e crescimento.
A tarefa da recolha de candidatos iniciou-se, com os contactos com as populações, que ao longo destes 4 anos desenvolveram lutas concretas nos seus sítios, quer para a conquista da estrada, para o acesso aos transportes públicos, pela habitação, pelo saneamento básico, entre tantas outras lutas em que a CDU sempre esteve presente ao lado das populações e as apoiou.
Muitas destas pessoas aceitaram ser candidatas pela CDU às suas freguesias. Porque acreditam no projecto da CDU de ruptura com as politicas de direita, contam com as vozes dos eleitos da CDU que levam os problemas concretos as reuniões dos órgãos autárquicos e apresentam propostas defendo os interesses das populações.
Claro que era necessário chegar mais longe com os candidatos. Era necessário chegar aos estudantes que lutaram por um passe de estudante mais justo, que vêm o ensino cada vez mais caro e insuportável para os magros rendimentos familiares; aos trabalhadores que em 4 anos sofreram a grande ofensiva desta governação do PS/Sócrates, com a aprovação do Código de Trabalho, e a retirada de inúmeros direitos conquistados com a Revolução de Abril; dos reformados e pensionistas que viram, na Assembleia Legislativa da Madeira, a proposta do PCP para o complemento de reforma de 60 euros ser chumbado pelos deputados do PSD e, na Assembleia da República ser chumbado pelos deputados do PS.
Sabendo de antemão que a tarefa de ter candidatos não ia ser fácil tendo em conta o contexto politico madeirense o qual há mais de 30 anos é dominado pelo PSD, que a generalidade da população vive sob o medo de represálias, porque o aparelho do PSD é enorme e bem estruturado com inúmeros caciques sedentos por denunciar todos aqueles que “ousam” apoiar outro partido.
Mas foi com grande satisfação que quando abordamos inúmeros independentes a convidá-los a serem candidatos pela CDU, disseram SIM, aceitaram o desafio e abraçaram o projecto da CDU, sendo que muitos deles antes votantes PSD mas actualmente estão sufocados pelo Regime Jardinista. Um dado evidente que o PSD esta a perder influência. Um claro dado que a CDU esta a ganhar cada vez mais espaço no contexto politico madeirense.
Não esquecendo também aqueles outros que não aceitaram, não por não apoiarem a CDU, não por não votarem em nós, mas sim com o tal medo de sofrer represálias nas suas vidas profissionais.
No total foram 800 candidatos, sendo 400 independentes, um valioso dado que a CDU irá crescer mais nestas eleições autárquicas, destruindo todas as sondagens, e eleger mais eleitos nos órgãos autárquicos. E que passo a passo, luta a luta, amigo a amigo vamos subindo e o PSD perde força, e milhares de madeirenses estão mais do que nunca a reconhecer o trabalho desenvolvido pela CDU, e querendo fazer parte integrante e activa do projecto da CDU.

